Guias e Modelos
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Revender o digital: e se o suporte físico renascesse como prova de licença?
Já que a lei recusa a revenda do digital por falta de suporte, por que não rematerializar a licença? Um objeto físico portador de um código único poderia representar um direito transferível, em benefício tanto dos jogadores quanto das editoras.

Revenda de jogos digitais: porque também os editores sairiam a ganhar
A revenda não é inimiga dos editores. Mercado alargado, receita em cada transação, descoberta de séries: eis porque um mercado de segunda mão digital regulamentado também serviria os seus interesses.

Carta modelo: interpelar os seus deputados, senadores e eurodeputados
Escrever aos seus eleitos é uma ação simples e eficaz. Eis o porquê, como encontrá-los, e um modelo de carta pronto a copiar, personalizar e enviar para defender os direitos dos jogadores.

Físico, digital ou Game Pass: o que realmente fica na sua posse?
Cópia física, compra em download ou subscrição do tipo Game Pass: três formas de aceder aos jogos, três níveis de direitos muito diferentes em matéria de propriedade, revenda e conservação. A comparação.

Proposta: uma revenda equitativa dos jogos digitais
Já que o direito atual recusa a revenda do digital, façamos a lei evoluir. Eis uma proposta de quadro legal, inspirada no direito do consumidor europeu, para instaurar um direito de revenda equilibrado entre jogadores e editoras.